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Ted 2
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TOMAT ES
META CRITIC
TMDB
Sinopse
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🐻 Ted 2 (2015) é a prova cabal de que, na engrenagem de Hollywood, um estrondoso sucesso de bilheteria torna qualquer continuação absolutamente previsível. Assisti a esta sequência e a constatação é muito clara: a obra é recomendada exclusivamente para quem adorou a anarquia da película original e, simultaneamente, é desaconselhável para qualquer pessoa cujo bom senso e bom gosto a impediram de suportar a primeira aventura.
🎬 A direção de Seth MacFarlane, que mais uma vez divide a assinatura do roteiro com Alec Sulkin e Wellesley Wild, dobra a aposta no humor escatológico e politicamente incorreto. O texto abandona o frescor subversivo do longa anterior para se apoiar em um argumento jurídico deliberadamente bizarro: a luta no tribunal para provar que o urso é uma pessoa perante a lei, garantindo assim o direito de adotar uma criança. A montagem tenta costurar paralelos sobre direitos civis no meio de piadas sobre fluidos corporais e drogas, atirando para todos os lados sem o menor pudor.
🎭 A química imatura da dupla central continua sendo a âncora de todo o escracho. Mark Wahlberg repete com exatidão o papel do eterno adolescente irresponsável John Bennett, enquanto a voz de Seth MacFarlane garante o cinismo afiado e incorrigível do protagonista Ted. A dinâmica sofre o desfalque da ausência de Mila Kunis, sendo substituída por Amanda Seyfried na pele da advogada novata e usuária crônica de maconha Samantha Jackson. Ela cumpre o papel de novo par romântico e escada para as gags com uma naturalidade elogiável.
O núcleo de apoio eleva o absurdo com escalações certeiras. Morgan Freeman empresta a sua gravidade habitual para o papel do renomado advogado Patrick Meighan, gerando um contraste hilário e eficiente com a completa estupidez da situação. Jessica Barth ganha mais tempo de tela como a barraqueira Tami-Lynn, enquanto Giovanni Ribisi ressurge com as bizarrices do vilão obcecado e perturbado Donny. As participações especiais são atiradas na tela puramente pelo valor de choque, com destaque para a impagável sequência envolvendo Tom Brady e a rápida aparição de Liam Neeson (ambos interpretando a si mesmos).
📉 Avalio que o ritmo do filme sofre quedas severas, especialmente porque a comédia estica a duração para quase duas horas. A narrativa esbarra em sequências desconexas e excessivas — como a perseguição final dentro da Comic-Con —, que parecem existir apenas como uma desculpa preguiçosa para enfileirar o máximo de referências à cultura pop por minuto. A impressão final é de que a metralhadora de piadas sujas começou a engasgar e a reciclar a agressividade, perdendo o fator surpresa de 2012.
🤔 O veredito: É um besteirol inchado, repetitivo e desavergonhado. Uma continuação que recusa o polimento para abraçar o absurdo, entregando entretenimento certeiro para quem já comprou a ideia do urso desbocado, mas evidenciando o cansaço rápido da fórmula.
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