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Peaky Blinders: O Homem Imortal
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TOMAT ES
META CRITIC
TMDB
Sinopse
Minha Opinião
🥃 Peaky Blinders: O Homem Imortal (2026) chega como o fechamento definitivo de uma era, funcionando mais como um "ponto final" cinematográfico do que apenas uma ramificação da série. Assisti a essa conclusão na Netflix e constato que o longa entrega exatamente a dose de melancolia, fumaça e sangue que o público esperava, embora force um pouco a mão no misticismo para justificar o retorno do protagonista.
🎬 A direção de Tom Harper, que já havia comandado os primeiros passos da gangue em 2013, retorna para dar um polimento estético primoroso ao roteiro de Steven Knight. A transição para o cenário da Segunda Guerra Mundial em 1940 é executada com maestria, transformando Birmingham em um campo de batalha ainda mais sombrio. A narrativa abandona as disputas de apostas de cavalos para focar em uma trama de espionagem e contrafação nazista que eleva os riscos a um nível global, tirando Thomas Shelby de seu exílio autoimposto com uma urgência palpável.
🎭 O elenco é o que mantém a chama da produção acesa. Cillian Murphy reafirma que o papel de Thomas Shelby está tatuado em sua alma; ele entrega uma performance cansada, porém magnética, de um homem que sobreviveu a tudo, menos aos seus próprios demônios. O antagonismo de Tim Roth, na pele do calculista simpatizante nazista John Beckett, é um contraponto intelectual à altura, fugindo do vilão caricato para algo muito mais sinistro e tático.
A nova geração ganha um peso considerável com Barry Keoghan interpretando o ambicioso e volátil Duke Shelby, cujo conflito de lealdade com o pai é a verdadeira espinha dorsal do filme. A presença de Rebecca Ferguson em um papel duplo como as irmãs Kaulo e Zelda injeta uma camada de misticismo cigano que, embora visualmente bela, por vezes soa deslocada na crueza da guerra. O retorno de figuras familiares como Sophie Rundle (na pele de uma Ada Shelby muito mais política), Stephen Graham (como o líder sindical Hayden Stagg) e os veteranos Ned Dennehy, Ian Peck e Packy Lee (vivendo Charlie Strong, Curly e Johnny Dogs) garante o senso de continuidade e o peso emocional necessário para as despedidas.
📉 Avalio que o filme sofre com a necessidade de amarrar todas as pontas soltas em pouco menos de duas horas. Algumas resoluções parecem apressadas, especialmente no que diz respeito ao destino final de certos membros da família que foram fundamentais na série. Além disso, a obsessão de Thomas Shelby por visões e profecias espirituais beira o repetitivo, tirando um pouco da força das manobras estratégicas que sempre foram o forte da franquia.
🤔 O veredito: É um encerramento digno, pesado e tecnicamente impecável. Embora não tenha o frescor das primeiras temporadas, o filme entrega uma catarse necessária e um final corajoso para o "homem imortal", provando que algumas lendas só encontram paz quando decidem, finalmente, parar de lutar.
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